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Toyota anuncia paralisação de produção em fábrica de Indaiatuba por falta de insumo e prevê férias coletivas para 1 mil

A Toyota do Brasil confirmou na tarde desta segunda-feira (13) que terá uma paralisação temporária na fábrica de Indaiatuba (SP), onde há produção do modelo Corolla sedã. Segundo a montadora, a pausa ocorre entre os dias 13 e 22 de outubro, em virtude da falta de um insumo, e a medida resultará na concessão de férias coletivas para 1 mil dos 1,5 mil trabalhadores na planta inaugurada em 1998.

Em nota, a Toyota do Brasil destaca que não haverá demissões de colaboradores. “Apesar de todos os esforços que temos realizado ao longo do tempo para gerenciar a falta de insumos que afeta a cadeia de suprimentos global, provocada pela pandemia de Covid-19, uma nova parada é inevitável”, diz trecho da nota. O texto menciona, ainda, que a volta dos funcionários está programada para 25 de outubro.

A a assessoria da montadora destacou que o componente em falta é um “atuador de freio”. A planta de Indaiatuba tem capacidade para produzir 74 mil unidades do Corolla sedã por ano.

“A suspensão se deve à interrupção do fornecimento de insumos por um fornecedor da Malásia por conta do fechamento de fronteiras desse local pelo agravamento da pandemia de Covid-19 naquele país”, destaca a assessoria.

Ainda de acordo com a Toytora do Brasil, as demais unidades instaladas no Brasil, em São Bernardo do Campo (SP), Porto Feliz (SP) e Sorocaba (SP), permanecem com as atividades normais no período.

Em agosto, a montadora fez uma paralisação temporária na unidade de Sorocaba por conta da falta de insumo, e mencionou que a estrutura de Porto Feliz também foi parcialmente afetada. Na primeira fábrica são produzidos os modelos Yaris (hatch e sedã), Corolla Cross e Etios (exportação); e a outra produz os motores 1.3L e 1.5L do Yaris e Etios, e propulsor 2.0L TNGA do Corolla e Corolla Cross.

“A falta de insumos na indústria automotiva já é algo que vem ocorrendo há meses, e afetando todo o mundo, mas na Toyota do Brasil temos conseguido gerenciar essa questão”, destaca nota.

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