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Brasil pode bater recorde de pódios, ouros e obter melhor posição no quadro; veja projeção

Brasil está muito próximo de quebrar o recorde das 19 medalhas, mas precisa de vitórias na canoagem, vôlei e futebol para passar dos sete títulos e secar alguns países

Faltando quatro dias para acabar as Olimpíadas de Tóquio, a participação brasileira está um pouco acima da previsão inicial, o que faz com que o país sonhe bater três recordes muito importantes, que podem fazer com que a nação tenha um evento perfeito: recorde de medalhas, recorde de ouros e melhor posição na história do quadro.

Analisando caso a caso, é bem provável que o Brasil supere as 19 medalhas (recorde conquistado na Rio 2016), é possível (mas não provável) que ultrapasse os sete ouros (também o recorde da 2016), mas melhorar o 13º posto obtido no quadro da Rio 2016 só será concretizado se países como Nova Zelândia, Hungria, Cuba e Canadá não conquistarem muitos ouros nos próximos dias.

Neste momento, o Brasil está com 15 medalhas no quadro, quatro ouros, três pratas e oito bronzes, e tem outras três já garantidas (duas no boxe que podem ser ouro, prata ou bronze e o futebol masculino que disputa o ouro com a Espanha). Com 18 pódios já certos, é muito provável que a delegação supere as 19 medalhas da Rio 2016, já que ainda há muitas medalhas prováveis em jogo, como Isaquias no C1 1000m, vôlei masculino e feminino e o trio do skate park, além de possíveis pódios no atletismo e hipismo.

Pensando nos sete ouros, que é o recorde, o Brasil precisa de quatro conquistas para superar esse número. As chances mais reais estão no vôlei, futebol, canoagem, boxe, skate e, correndo totalmente por fora, atletismo e hipismo. O país precisaria beirar a perfeição nestes últimos dias para atingir tal recorde. É possível? Sim. É provável? Não, o mais provável é que o número fique em seis, no máximo sete.

Por fim, a melhor posição no quadro de medalhas é a 13ª colocação na Rio 2016. Ao que tudo indica, o top 10 do quadro de medalhas será (não necessariamente nessa ordem) EUA, China, Rússia, Japão, Grã Bretanha, Austrália, Alemanha, França, Holanda e Itália. Coreia, Nova Zelândia, Canadá, Cuba e Hungria seriam países que poderiam tirar o Brasil do top-12. Se levar oito ouros, é possível ficar no top-12. Menos que isso, a briga deve ser para ser 13º.

Isaquias Queiroz durante treinamento no Japão — Foto: Reprodução/Instagram

Isaquias Queiroz durante treinamento no Japão — Foto: Reprodução/Instagram

A projeção inicial de medalhas que fiz aqui, o Brasil teria 6 ouros, 5 pratas e 9 bronzes, 20 medalhas no total. Ao término deste dia, era para o Brasil ter três ouros, três pratas e oito bronzes, com 14 no total. Oficialmente o Brasil está com quatro ouros, três pratas e oito bronzes, 15 no total.

A tendência é que o Brasil bata o recorde total de medalhas, mas não chegue ao recorde de ouros, nem a melhor posição no quadro. A torcida é que o Brasil faça barba, cabelo e bigode e bata os três recordes.

 

Fonte GE.

Redação Gdsnews.

 

 

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