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Exército paraguaio reforça arame farpado na fronteira com o Brasil após travessia de moradores

Linha internacional, entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, está fechada há seis meses por causada da pandemia de Covid-19. Mas no último fim de semana, protestantes aproveitaram menos militares no local e atravessaram.

O Exército paraguaio reforçou a segurança na fronteira com o Brasil nesta terça-feira (15), depois que, no fim de semana, moradores aproveitaram que havia menos militares na linha internacional, entre Pedro Juan Caballero e Ponta Porã, e atravessaram de um país para o outro.

Os militares esticaram arame farpado por um trecho da linha internacional, onde o que havia antes tinha sido cortado, colocaram mais pneus e permaneceram no local. Cenário visto há seis meses desde que o governo paraguaio proíbe a entrada de estrangeiros e saída de moradores, por conta da pandemia de Covid-19.

Moradores da região insatisfeitos com as determinações, aproveitaram que parte militares que fazem vigilância no local foram destinados para participar da operação de regaste do ex vice-presidente do Paraguai, Oscár Sanchez, que foi sequestrado, e então tiraram as barricadas e fizeram a travessia.

O Paraguai tem 28.367 casos de Covid-19, 14.814 recuperados e 539 mortes.

Protestos

Um protesto pedindo pela reabertura da fronteira entre Brasil e Paraguai aconteceu no final de agosto em Salto del Guairá, na fronteira com o Brasil em Mato Grosso do Sul reuniu cerca 300 pessoas em uma carreata que percorreu as principais ruas da cidade, vizinha a Mundo Novo (MS).

Fechada pelo governo paraguaio há mais de 5 meses devido à pandemia da Covid-19, os manifestantes alegam que a reabertura da fronteira é necessária, pois diversos comerciantes estão fechando as portas devido a falta de turistas brasileiros.

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